Na
busca pela resolução dos assassinatos cria-se uma força tarefa para
cuidar exclusivamente desses crimes, preparada com as técnicas mais
avançadas da perícia criminal. O núcleo investigativo é comandado pelo
delegado Dias (Marcelo Novaes) e pela psicóloga forense Vera (Luana
Piovani), que, tendo feito estágio no setor do FBI, estuda o
comportamento criminoso e foi chamada para integrar a equipe. A chegada
da nova colega desperta inquietação em Dias (Marcelo Novaes), e, em
alguns momentos, ele se sente incomodado com sua presença, já que
enxerga na solução dos casos um passaporte para o reconhecimento na
carreira.
Ambos têm personalidades
muito diferentes, mas, de alguma maneira, se completam. Já trabalharam
juntos no passado e viveram um romance tempestuoso. Mas acabaram
seguindo caminhos diferentes. Vera (Luana Piovani) é solteira, inquieta,
impetuosa, explosiva, vaidosa e sedutora. Terminou o relacionamento com
Dias (Marcelo Novaes) para arriscar uma carreira no Exterior. Já Dias
(Marcelo Novaes) optou pela segurança do que já tinha conquistado.
Introvertido, dedicado e sério, se casou, teve filhos e, ao mesmo tempo
em que não compreende nem aprova as opções de vida de Vera (Luana
Piovani), sente fascínio por sua independência e arrojo. Neste
reencontro, há sempre uma delicada tensão entre eles, que nasce da
descoberta de que a velha paixão ainda está viva, e pulsa forte.
Durante
as investigações, Edu (Bruno Gagliasso) e Vera (Luana Piovani) se
testam constantemente, numa disputa por superioridade intelectual. Como
qualquer pintor, escritor ou compositor, um serial killer
sempre deixa uma “assinatura” em seus crimes. E, mesmo lançando mão das
técnicas mais avançadas da perícia criminal, Vera (Luana Piovani) sabe
que existe uma única possibilidade para desvendar a identidade do
assassino: sua capacidade de ler sua mente. Como os mais “competentes”
seriais, Edu (Bruno Gagliasso) é mestre em apagar vestígios, mas,
vaidoso, faz questão de provocar a polícia, lançando pistas, propondo um
verdadeiro jogo de gato e rato, no qual por vezes não se sabe quem caça
e quem é caçado.
“Nosso projeto é
trazer para a TV aberta um gênero até então restrito à TV fechada: o
policial de suspense e suas personagens tradicionais – o serial killer e o caçador de mentes”, explica Gloria Perez.
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